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Mostrando postagens com marcador orkut. Mostrar todas as postagens

Depois de se eximir de qualquer responsabilidade pela divulgação de dados que mostravam a ultrapassagem do Orkut pelo Facebook no Brasil, o Ibope achou melhorabrir o jogo. Segundo o instituto, a inversão de papeis realmente aconteceu.


Em agosto, o Facebook registrou 30,9 milhões de usuários, o equivalente a 68,2% dos internautas brasileiros – seja com acesso em casa ou no trabalho. O Orkut, por sua vez, fechou o mês com 29 milhões, ou 64% das pessoas com acesso à internet.


Além dos dois principais, o Ibope também mostrou que o Twitter continua a crescer no Brasil. A rede de microblogs, que divulgou recentemente ter 100 milhões de usuários ativos, possui por aqui 14,2 milhões de adeptos – 31,3% do total.


O mapeamento feito pelo Ibope abrangeu a internet como um todo. Segundo os dados, 77,8 milhões de pessoas navegaram pela rede no segundo trimestre de 2011 em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais). O número é 5,5% superior ao do segundo trimestre de 2010 e 20% maior que o do segundo trimestre de 2009.
As categorias com maior acréscimo percentual do número de usuários únicos em agosto em relação ao mês anterior foram Educação e Carreiras, com evolução de 9,1%, e Ocasiões Especiais, que cresceu 8,3%. Os sites da categoria Educação e Carreiras atingiram 25,8 milhões de usuários únicos, o que corresponde a 56,7% do total de usuários ativos do mês. Os sites de Ocasiões Especiais chegaram a 11,7 milhões, ou 25,7% dos internautas no trabalho ou em domicílios. Também cresceu em agosto a audiência de sites de pesquisas na internet e de informações financeiras.
Do total de 61,2 milhões de pessoas com acesso no trabalho ou em domicílios, 45,4 milhões foram usuários ativos em agosto de 2011, o que significou um crescimento de 1,2% em relação ao mês anterior e de 9,2% na comparação com os 41,6 milhões de agosto de 2010. O tempo de uso do computador com internet também continuou crescendo e chegou a 69 horas por pessoa em agosto, representando um aumento de 6,4% em relação ao mês anterior.


A subcategoria Comunidades, em que se classificam os sites de redes sociais, fóruns, blogs, microblogs e outras páginas de relacionamento, chegou a 39,3 milhões de pessoas, equivalente a um alcance de 87% dos internautas de agosto. Esse alcance posiciona os sites sociais como a terceira subcategoria em número de usuários e mantém o Brasil com o maior alcance em sites de comunidades entre os dez países acompanhados com a mesma metodologia.

Gostou? Repasse essa informação, nos siga no Twitter @diegobencke e receba em primeira mão as novidades da Digoo WebSites.

Redação Adnews

Terá chegado ao fim o reinado do Orkut no Brasil? De acordo com a IstoÉ Dinheiro, sim. Uma reportagem da revista sobre as possibilidades empresariais no Facebook adianta números do Ibope que revelam a primeira inversão de papeis entre as duas maiores redes sociais do país.

Os dados ainda são incertos, mas o Facebook teria registrado cerca de 30 milhões de usuários no mês de agosto, enquanto o Orkut provavelmente ficou parado nos 28,8 milhões.

Em julho de 2009, como mostra a revista, a troca era praticamente inimaginável, pois o site do Google tinha 27,3 milhões contra apenas 4,2 milhões da concorrente. Já em setembro do ano passado as estatísticas ainda mostravam o Orkut tranquilo com 28,8 milhões e o Facebook subindo, com 14,4 milhões.

Os dois sites quase empataram em julho deste ano, quando o Orkut tinha 29 milhões e a rede social de Mark Zuckerberg, 28,8 milhões.

Imagem: IstoÉ Dinheiro.

Redação Adnews

Esta é a geração do reality show. Ao invés de fazer, assiste. Assiste as pessoas cantando, dançando, escolhendo um marido ou uma mulher, fazendo grandes transformações em suas casas e em seus visuais, aprendendo a cuidar da família, perdendo peso, indo para a reabilitação, enfim, sobrevivendo.
E a natureza voyeur dos seres humanos tem se espalhado na vida cotidiana. Graças ao Facebook, Twitter, Google +, YouTube e uma série de outras redes sociais, todo o mundo agora é verdadeiramente um palco e todos são jogadores do reality show da vida.
Observar os acontecimentos e depois comentar sobre eles nas redes sociais se tornou uma religião. As pessoas esperam ansiosamente pela próxima celebridade que vai dar vexame, por outro político que será flagrado em um escândalo sexual, pelo veredito de um julgamento polêmico ou simplesmente por um amigo que vai fazer algo tão estúpido que será rapidamente adorado no altar das plataformas sociais, onde serão feitas oferendas de opiniões, piadas, comentários, etc.
No passado, os cidadãos contavam onde estavam quando ocorria um evento histórico, como o assassinato de Kennedy, a explosão de um ônibus espacial ou os ataques de 11 de setembro. No futuro, os homens de hoje irão recordar o que tweetaram, o que publicaram ou o que leram em seu mural sobre tais e tais eventos.
De acordo com Dean Obeidallah, comediante que se apresenta em vários programas nos Estados Unidos, utilizar as redes sociais é, sim, divertido e cada um é culpado por fazer a mesma coisa. Mas, para ele, fica uma crescente preocupação: essa geração está se tornando a mais preguiçosa? As redes sociais estão se tornando o ópio das massas, seduzindo e fazendo todos acreditarem que apenas comentando um fato estão de alguma forma interferindo no mundo? Será que a essa geração vai deixar algum legado ou simplesmente milhões de tweets?
Basta olhar para as gerações anteriores: na década de 40 e 50, houve uma geração de praticantes, que através da sua dedicação, ética e sacrifício, fizeram dos Estados Unidos uma superpotência econômica.
Eles foram seguidos nos anos 60 e no início dos anos 70 por uma geração que foi às ruas para se opor à Guerra do Vietnã e pressionar o governo por direitos civis, fazendo a política americana mudar tanto externa, quanto internamente.
Ao contrário do ativismo do passado, muitos, hoje, se realizam apenas em clicar em “Like”, assinar uma petição online ou retweetar os pensamentos de alguém.
É um bom começo, segundo Obeidallah, mas é preciso mais do que isso para realizar mudanças significativas. É preciso olhar mais longe, para as revoluções democráticas recentes no mundo árabe, por exemplo. Os manifestantes recorreram, sim, às redes sociais, mas não basta postar comentários no mural das pessoas no Facebook e sentar; eles tomaram as ruas e arriscaram suas vidas para efetivar as mudanças. Todos os tweets do mundo não seriam capazes de levar os presidentes do Egito ou da Tunísia a renunciarem.
O que é mais provável que leve essa geração às ruas para protestar: uma questão política ou cobrar pelo uso do Facebook?
Nesse mundo cada vez mais complexo e desafiador, parece que um único indivíduo não pode ter um impacto sobre os problemas que nosso país ou o nosso planeta enfrenta. Mas cada um pode ser a mudança que o mundo precisa.
Para Obeidallah, não é necessário defender que se deixe de usar as redes sociais, mas se houver uma mudança que realmente precise ser feita, vai demorar mais do que escrever um tweet de 140 caracteres e será mais trabalhoso que atualizar um status no Facebook. [CNN]
Fala-se muito sobre ROI nas mídias sociais e em tempos de investimentos controlados até o último centavo, parece que os princípios básicos da religião foram esquecidos

Será que eu li mesmo, religião?! Qual a semelhança disso com mídias sociais e ROI?

Se observarmos bem, talvez as diversas religiões que angariam seguidores nos seus mais distintos credos, sejam as que mais entendem sobre como engajar seus seguidores e torná-los advogados de sua “marca”.

Criar uma causa parece ter sido sempre a estratégia, para que se possa concentrar um grande número de pessoas ao redor de algo ou alguém.

Veja, este texto não trata de religiões ou suas crenças, mas sobre como suas “causas” impactam os seguidores e estes impactam as causas.

Mais importante do que o retorno financeiro imediato fica claro que o engajamento, gera relacionamentos de longo prazo e faz com que as pessoas se tornem defensores de determinado conceito. Estes defensores, sempre tentam “vender” os conceitos nos quais acreditam para outras pessoas.

O gráfico abaixo mostra quais são os principais pontos de valor considerados por profissionais de marketing, que vão além do valor financeiro imediato gerado.



Quando alguém decide seguir sua marca, indica claramente que se identifica com sua “causa” e portanto, o valor deste seguidor passa a ser muito maior do que o valor financeiro imediato.

Ao contrário do que se possa imaginar, o ROI nas mídias sociais não está somente conectado as vendas imediatas geradas, pois a única forma de medir este retorno seria ter vendas diretas conectadas a presença neste ambiente.

Marketers ao redor do mundo já parecem ter entendido que investir nestes meios, pode ser uma ótima fonte de pesquisa e comunicação direta com os “advogados” da marca. Mesmo assim, este formado de medição mais leve, ainda gera insegurança por não estar tão alinhado a métricas de negócios.

Segundo pesquisa, apenas 1/3 dos marketers estão preocupados com ROI nas mídias sociais.

A certeza que fica é que o valor gerado para o cliente é o que deve ser levado em conta, na presença nas mídias sociais.

Este valor irá certamente aumentar a lealdade a sua “causa”, o que irá contribuir para o seu “dízimo”.

A presença nas mídias sociais é acessível para empresas de todos os tamanhos e diferentes áreas de atuação. É uma oportunidade única de dialogar com seus clientes interessados de fato em sua “causa”, ou seja conteúdo.




Créditos: Marcelo Fernandes  @madra2010
texto do blog INCorporativa : http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=6195
A presença em redes sociais e directórios de sites/empresas não é novidade que é uma boa opção de se "mostrar", mas tão importante como lá estar é a forma como se está. Isto é, é importante estar presente em vários portais e redes, onde poderão estar os seus potenciais clientes, ou que ajudem a potenciar a sua presença junto destes, no entanto, é igualmente importante que, a sua informação ou da sua empresa, que está disponível na rede A, seja igual à da rede B e ao portal de sites ou empresas em que você está registado.

Por vezes, encontra-se informação de certas empresas que, nas páginas amarelas, têm uma informação diferente da informação que consta no site, ou diferente da informação que consta da sua página no Facebook.

Manter a consistência e homogeneidade, é fundamental para não passar uma imagem de desorganização, desleixo ou de incongruência na informação de contacto, de produtos ou serviços e/ou na informação da empresa.

 
Esta homogeneidade é particularmente importante, quando diz respeito a vários tipos de informação, como são produtos ou serviços disponíveis campanhas e respectivas condições e validades informação sobre a empresa conteúdos com tempos verbais e referências a datas passadas, que na altura seriam futuras localização, contactos e pessoas responsáveis


O que é sempre aconselhável, é que mantenha o registo das suas diversas presenças online, de forma a ser-lhe mais fácil proceder a alguma actualização ou modificação de conteúdos, sem perder noção da sua presença e da qualidade de informação que é passada aos seus clientes e prospectos. Nem que seja através de uma folha de excel - planilha para os amigos brasileiros :), ou que use uma ferramenta que ajude a gerir todas as redes sociais, que não cobrindo todas as situações, sempre pode ajudar

 
Até porque, não deverá ser algo tão trabalhoso quanto isso, pois em princípio, não deverão haver assim tantas alterações ou actualizações que requeiram muito tempo de volta desse assunto, ou pelo menos com muita frequência, pelo menos no que respeita à informação da localização, contactos, etc.


No entanto, da mesma forma que ficamos mal impressionados, quando vemos um site desactualizado, os nossos visitantes ou prospectos, também o ficam quando a informação que apresentamos não é válida ou está desactualizada. Por isso, é sempre conveniente ter em atenção os sites ou portais onde se regista e manter um log dessa actividade, para que lhe seja mais fácil proceder a actualizações ou alterações quando seja caso disso.


Como disse atrás, não se preocupe se para isso utiliza um método mais "rudimentar" como uma folha de excel. O importante é que funcione!

Fonte: WebMarketingPT
Os boatos sobre as mudanças na rede social Orkut foram confirmadas. O Google Brasil convidou a imprensa nesta quinta-feira (29) para revelar as novidades na interface.

O evento vai acontecer na sua sede em São Paulo e contará com a presença do diretor geral para Brasil, Alex Dias, o diretor de engenharia para América Latina, Berthier Ribeiro, e o diretor de produto para América Latina, Victor Ribeiro.

A reformulação no Orkut já estava planejada para outubro e está sendo desenvolvida em Belo Horizonte há pelo menos três meses . Há duas semanas, o Google Brasil teria vazado inadvertidamente o novo visual do Orkut na página para download da versão em português do navegador Chrome.

Segundo o site IDGNow, a suposta interface traz uma nova barra superior com links para outros serviços do Google, oferece cinco cores para o perfil e permite comentários nos status publicados pelo usuário, assim como o rival Facebook.

O que é Orkut?
O Orkut é a rede mais popular no Brasil. De acordo com dados da consultoria Ibope Nielsen Online, o Orkut foi acessado em setembro por 26 milhões de brasileiros. O segundo serviço mais usado no período foi o Twitter, que atingiu 9,2 milhões de brasileiros. O Facebook aparece na terceira posição, com 5,3 milhões de usuários no País.






Fonte: Redação Adnews
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