background
Digoo Web News | Gramado
  • home
  • A digoo Web
    • Infraestrutura
    • O que fazemos
    • Recados a Clientes
    • Fale com a gente
  • Follow
    • Follow us on Twitter
    • Find us on Facebook
  • Sports
    • Sub Menu 1
    • Sun Menu 2
    • Sub Menu 3
    • Sub Menu 4
    • Sub Menu 5
    • Sub Menu 6
  • Sports2
    • Sub Menu 1
    • Sun Menu 2
    • Sub Menu 3
    • Sub Menu 4
    • Sub Menu 5
    • Sub Menu 6
  • Contato
    • Fale com a Digoo Web

Recent Posts

Segundo o TechCrunch, recurso foi construído internamente e vai concorrer com Twitpic e similares; anúncio pode ocorrer amanhã.
O serviço de microblog Twitter deve ganhar nas próximas horas um serviço de armazenamento e compartilhamento de fotos à moda do Twitpic, informou no fim da tarde desta segunda-feira (30/5) o site TechCrunch.
"De acordo com múltiplas fontes, o Twitter está no limiar de anunciar seu próprio concorrente para o Twitpic. Amanhã mesmo, se as coisas caminharem como planejado", escreveu Alexia Tsotsis, do TechCrunch.
Segudo as fontes ouvidas pelo site, o serviço de fotos foi construído internamente pelo Twitter - ao contrário do aplicativo TweetDeck, cuja compra foi confirmada pelo Twitter na quarta-feira (25/5). Segundo fontes próximas ao negócio, o valor da transação teria chegado a 40 milhões de dólares.
Em março, o Twitter comemorou cinco anos de operação ultrapassando a marca de 140 milhões de tuítes publicados e 500 mil novas contas abertas a cada dia. Estimativas indicam que o site tem atualmente mais de 200 milhões de usuários.
Sem nenhum alarde, o Twitter continua mexendo em seu layout. A última atualização propõe duas novidades: uma delas deixou o microblog mais escancarado, a outra pode ser a porta de entrada para um novo formato de publicidade.
Agora, mesmo sem estar logado o usuário pode acessar o campo que mostra as pessoas seguidas por outra. Além disso, o Twitter colocou uma aba nessa página que mostra a timeline da pessoa, ou seja, qualquer internauta passou a ter acesso à interface de qualquer tuiteiro, sem sequer precisar de cadastro no site para isso.
Por exemplo, ao acessar o a conta da DIGOO no Twitter, @diegobencke basta clicar em "Following" para ver a nossa timeline.

Mais Promoted?
O Twitter também colocou um "shuffle" na área superior à direita da página "Following". Ao clicar ali, o internauta é direcionado a uma conta aleatória do microblog.
A novidade sugere que a pessoa "vá para uma conta de destaque" e pode ser a abertura para um novo tipo de Promoted, seguindo os moldes das contas e assuntos patrocinados no microblog.

As informações são do TechCrunch
Muitas empresas já estão as mídias sociais para melhorar o relacionamento com seus clientes, expandir a sua marca, aumentar suas vendas e criar mais um canal de comunicação com seus clientes. Entretanto para que as ações de marketing em mídias sociais possam ser avaliadas em termos de retorno é necessário que se avalie o impacto estas ações de marketing digital estão causando. Medir o retorno das ações de marketing nas mídias sociais não é impossível, mas é complexo porque muitos elementos que precisam ser avaliados são difíceis de monitorar. Tanto assim que, de acordo com uma pesquisa realizada em pela Mzinga and Babson Executive Education, 84% dos profissionais pesquisados não mediam o ROI de suas campanhas em Mídias Sociais.

O cálculo do ROI nas mídias sociais

 

Como uma fórmula padrão, o cálculo do ROI é muito básico, ROI = (X – Y) / Y, onde X é o valor final e Y é o seu valor inicial. Exemplificando, se você investir R$ 5,00 e receber de volta R$ 20,00, o ROI é (20-5) / 5 = 3 vezes o seu investimento inicial.
No sentido financeiro, o ROI é medido exclusivamente no contexto de Reais (R$) e centavos, no entanto, os princípios podem realmente se aplicar a qualquer tipo de investimento, monetários ou não. Ações como trocas de links ou banners também podem ter o seu ROI avaliado pelos parâmetros acima expostos.

Definindo as metas das ações de marketing em mídias sociais

 

Ter metas e linhas de base concretas é fundamental para calcular o retorno sobre o investimento. Então antes de sair medindo e monitorando seus retornos de mídia social, você precisa ter uma idéia clara do que é que você quer realizar.
Depois de ter suas metas definidas, você precisa medir a linha de base antes de iniciar ou alterar a sua estratégia de mídia social. Por exemplo, se seu objetivo é aumentar a menção de sua empresa nas mídias sociais, para medir o ROI de ações tomadas em direção a esse objetivo, você precisa saber onde você está agora. Você não pode avaliar com precisão o ROI, sem uma linha de base.
Embora as métricas ≠ de ROI, métricas web tradicionais, como a contagem de tráfego, número de comentários, seguidores do Twitter, os fãs do Facebook, etc., são um importante componente para o cálculo de ROI.
O truque é não confiar apenas em números, mas para onde os números nos conduzem. Por exemplo, como o aumento de visitantes do site se correlaciona com o aumento das vendas? Existem pessoas que encontram o seu site a partir do Twitter ou do Facebook, em seguida, clicam em suas páginas de produtos ou vão para a seção de comércio eletrônico do seu site? Esse é o tipo de dado que você deve procurar.

Disponibilizando os dados das ações de marketing nas mídias sociais

 

Depois de ter definido a sua base, você precisa tomar as métricas de suas ferramentas de monitoramento e ver como elas se correlacionam com mais vendas, mais retenção de clientes, ou outros objetivos traçados.
Se a sua medição final é de vendas, verifique se elas vieram das suas campanhas de mídia social, por exemplo: olhe para o seu nível de vendas e verifique se aumentou, olhe para o número de referências ao seu site de comércio eletrônico (supondo que você pode controlar esses dados) a partir de seu site ou o Twitter, ou o número de cupons usados que foram dados em uma campanha no Facebook.
Você vê alguma tendência? O tráfego até a sua loja virtual aumentou depois da postagem no Facebook? E sobre o Twitter? O tráfego da loja correlaciona-se com mais vendas quando se avalia os mesmos dados? Será que uma análise de sentimento no Twitter conduz a mais vendas ou mais visitas?
Encontrar tendências e segui-las de volta para seu ponto de origem é a chave para a medição de ROI.
“Por que estamos tentando medir a mídia social como um canal tradicional? A mídia social toca em todas as facetas do negócio e é mais uma extensão da boa ética empresarial.” – Erik Qualman
E você? Gostaria de compartilhar sua experiências no cálculo do ROI nas mídias sociais? Deixe o seu comentário.
     Estratégias conhecidas no mercado financeiro como “alavancagem” e que foram em grande parte, responsáveis pela crise econômica de 2008, estão ameaçando a credibilidade dos sites de compras coletivas no Brasil. Estas operações lesam os consumidores, geram queixas e jogam por água abaixo um modelo de negócio de muito sucesso pelo mundo afora.
     O grande objetivo de qualquer promoção em um site de compras coletivas deve ser o de divulgação do serviço ou produto que é foco da promoção. O lucro é um fator que não entra nessa etapa da campanha. O objetivo é o de atrair novos clientes e fidelizá-los para que se tornem clientes recorrentes. Pelo menos essa deveria ser a idéia.
As promoções em sites de compras coletivas, dependendo dos termos do contrato, geram uma grande receita em um primeiro momento. Muitos anunciantes se sentem tentados por esse “caixa imediato” as vezes até para fugir de empréstimos bancários com juros exorbitantes como os praticados no Brasil. Ignorância ou providencial cegueira é que essas operações de caixa custam bem mais caro que um empréstimo bancário, mesmo em condições absurdas.
     Entre as promoções mais habituais, como as de estadias em hotéis e tratamentos de estética, o índice de reclamações junto a órgãos de defesa do consumidor e sites de reclamações como o Reclame Aqui, tem sido os mais expressivos. Culpa de quem?

Agenciadores de ofertas despreparados

     Os sites de compras coletivas tem dado muito espaço para promoções que não resistem a uma simples simulação em uma maquina de calcular. Como pode uma pousada com 30 quartos, taxa de ocupação de 60% e margem de 70% sobre os custos operacionais, se expor a uma venda potencial de 2.000 hospedagens a serem entregues em 180 dias. É simplesmente uma aposta no escuro. Se todos os compradores da oferta exercerem seus direitos, o resultado será uma taxa de ocupação de aproximadamente 80% nos próximos seis meses e uma receita 50% menor. Se a promoção for séria, o resultado é um fiasco que poderá comprometer seriamente as finanças do estabelecimento. Em nosso curso de criação de sites de compras coletivas sempre chamamos a atenção para esse tipo de problema porque ele pode comprometer seriamente a credibilidade de um site.
      O que queremos demonstrar com esse exercício de matemática é que se o anunciante não tiver uma exata noção do negócio, corre o risco de ficar inadimplente, justamente com o público que ele tentava conquistar. Resultado; o remédio que mata. O que deveria funcionar como oxigenação para novos negócios através da atração de novos clientes, acaba se transformando em uma situação de marketing negativo e com alto teor de destruição, uma vez que experiências ruins tendem a ter rápida propagação nas mídias sociais, principal canal de divulgação dos sites de compras coletivas.
     O profissional que agencia os anunciantes deve ter como foco a verdadeira proposta dessa nova mídia que se chama sites de descontos. O produto não deve ser vendido como uma chance de “fazer dinheiro” a curto prazo e sim como uma forma inovadora e eficiente de captação de novos cliente através de uma ação de marketing digital. Isso é a essência de um site de descontos.

A alavancagem e seus custos

     Os anunciantes mal orientados, e muitas vezes, mal intencionados, acham que a oferta em um site de compras coletivas é a chance de faturar um bom dinheiro sem ter que prestar o serviço imediatamente. O resultado é que a necessidade de caixa faz com que a imagem do estabelecimento seja seriamente prejudicada diante de um eventual colapso dos serviços em função de uma demanda por produtos ou serviços que não pode ser satisfeita de forma correta e dentro dos padrões de qualidade necessários. Muitas vezes o estabelecimento não tem a logística necessária para atender a demanda que uma campanha dessas pode gerar. Uma pizzaria acostumada a vender 150 pizzas por noite, não pode pular de uma hora para outra para uma demanda de 300 pizzas sem prejuízo da qualidade no atendimento ou do serviço.


     O empreendedor consciente, sabe que não existe necessidade de caixa que justifique o desgaste da imagem do estabelecimento e muito menos um buzz negativo nas redes sociais. Por isso, muito cuidado na hora de contratar uma campanha em sites de compras coletivas, pois o resultado pode ser uma enxurrada de reclamações.



Fonte Original: http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/alavancagem-sites-compras-coletivas/
Os sites de compras coletivas viraram uma verdadeira febre na Internet brasileira, sendo considerados inclusive, uma ferramenta fundamental para as campanhas de marketing online. O modelo vem tendo muito sucesso lá fora e no Brasil já foram incorporados à agenda diária dos “Antenados” e não tão antenados assim. O grande problema que vemos neste mercado é a compreensão por parte dos anunciantes, do que seja uma promoção em um site de compra coletiva.
A estrutura funciona bem, desde que ambos os lados tenham a mesma visão do negócio. Fazer uma promoção em um site de compras coletivas não funciona, em um primeiro momento, como fonte de receita líquida e imediata. Funciona muito mais como forma de atrair novos clientes, que sem o apelo da promoção, talvez nunca iriam procurar o estabelecimento do anunciante, seja por desconhecimento das opções oferecidas ou até mesmo por achar que os preços não se encaixariam em seu orçamento. Meio campanha de celular, Simples Assim.


A fidelização do cliente de compras coletivas



Justamente por ser um modelo de mídia novo nas terras tupiniquins, já constatamos alguns problemas, basicamente culturais. Muitos anunciantes, por julgarem a promoção apenas pelo valor da receita, se esquecem do verdadeiro foco da campanha, que é o de criar uma nova clientela. “Clientela”? Isso mesmo. Sem firulas de marketing. Trazer para o negócio, clientes que não estavam acostumados a consumir o produto ou serviço, seja por desconhecimento ou por acharem que o preço era maior do que o orçamento poderia agüentar.
O objetivo principal de uma campanha de marketing que envolva sites de comprar coletivas é tornar o seu produto ou serviço conhecido para um público novo. Até ai, tudo bem, mas o mais importante é dar uma experiência agradável a quem experimenta essa oportunidade de conhecer o produto ou serviço em condições privilegiadas com descontos ou promoções, para que ele venha a se tornar um público cativo. É isso que vai fidelizar o cliente.
Você não vai se tornar o “queridinho do público” só porque ofereceu um bom desconto em um site de compras coletivas. O desconto que você ofereceu é apenas uma chance de expor a qualidade do seu produto ou serviço para um público que talvez você nem soubesse que existia. O bom atendimento é o que vai trazer o resultado final da sua campanha, ou seja, transformar em clientes assíduos as pessoas que participaram da sua promoção.

Engajamento da equipe nas promoções


Em uma campanha de descontos através de um site de compras coletivas é necessário fazer com que toda a equipe da empresa esteja engajada. Os funcionários devem entender que estarão passando por um momento especial do negócio e que os resultados virão a médio prazo. Por isso é importante dedicar o melhor tratamento possível aos novos clientes, mesmo que a recompensa indireta como gorjetas e gratificações seja menor neste primeiro momento. O foco é o crescimento da clientela a médio prazo e por isso é necessário apresentar um serviço ou produto da melhor qualidade possível.
Os sites de compras coletivas podem ser ótimos aliados para sua estratégia de conquista de novos consumidores, mas se você basear esta estratégia apenas no desconto oferecido na promoção, o resultado pode não ser o esperado.


Alberto Valle, consultor e instrutor do Curso de E-Commerce
Bem, se a resposta for sim, desculpe, mas você está enganado ou então mal informado. No mundo virtual não existe nada grátis. Existem algumas propostas onde você não consegue identificar o custo, mas grátis mesmo, não existe. Dá para imaginar um negócio que movimenta muito dinheiro em uma hospedagem grátis? Que tipo de segurança teria esse provedor de hospedagem? Qual seria a garantia do cliente que compra nessa loja virtual? Vamos combinar uma coisa; Ou é experimental ou é sério, concorda? Pois bem, definido esse conceito básico, vamos passar a outras considerações. Vejamos então alguns mitos sobre o e-commerce grátis ou então o "projeto de e-commerce" que não vai "custar nada".

Lojas open source são grátis

Meia verdade. Os códigos das loja virtuais open source são grátis, mas sua instalação e configuração deve ser feita por um profissional qualificado com um bom conhecimento de programação e isso, é claro custa dinheiro. Não adianta tentar improvisar chamando aquele "sobrinho que mexe com internet" porque a coisa não funciona. Uma boa instalação de um sistemas de comércio eletrônico de código aberto como, por exemplo, o Magento, requer profundos conhecimentos de programação e funcionamento na Web como um todo.

Existem modelos de layout grátis para minha loja virtual?

Outra meia verdade. Existem sim alguns templates – modelos de layout – grátis que podem ser aplicados a sua plataforma de e-commerce de código aberto, mas customizar esse layout é coisa para profissional. Depois que você faz o download da template, você certamente irá querer colocar a sua logo, um mote da loja, alterar algumas cores e talvez textos. Mais uma vez, para fazer isso você precisará de um programador para fazer todas estas alterações. Portanto, grátis é o código original, a customização custa dinheiro.

Profissionalismo é a ordem no e-commerce

Se você pensa em entrar no mundo do comércio eletrônico através de uma "porta mágica" oferecida por alguém que não tem comprometimento com o seu negócio e lhe oferece o caminho da prosperidade sem investir um único centavo, é bom passar a acreditar também em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa. O comércio eletrônico atual exige profissionalismo e capacitação. Tentar montar uma loja virtual com soluções "meia boca" é simplesmente uma decisão estúpida e inconseqüente. O mercado está seletivo e profissionalizado e portanto, esse tipo de solução é o caminho certo para o fracasso e decepção em termos de empreendedorismo na Web.

A "Fada Madrinha" do marketing digital

Uma outra oferta sedutora é o Marketing a Custo Zero. Esse tipo de Fada Madrinha costuma aparecer para lhe vender a ilusão de que você pode se tornar um "Hit na Internet" sem gastar um único tostão. Essa Fada tenta lhe convencer que conseguir uma posição no topo das páginas de resposta do Google é coisa simples. É só SEO, diz a lenda. Na verdade, não é nada assim. SEO é coisa séria e exige treinamento e capacitação. Dizer que é fácil, é vender ilusão. Implementar um trabalho de SEO sério e responsável é uma garantia de resultados consistentes em termos de vendas e relacionamento com os seus clientes., mas exige investimentos e trabalho árduo. Isso a Fada Madrinha do Marketing Zero prefere não comentar, afinal de contas, a missão dela é vender ilusões.

Web Analytics

Interpretar o comportamento dos usuários em um site é ferramenta fundamental para o aperfeiçoamento de um e-commerce e verificação das ações em marketing digital. Ferramentas como o Google Analytics são gratuitas, mas a capacitação para interpretação dos mais de 80 indicadores que o GA oferece em sua configuração básica é trabalho para profissionais qualificados para tanto. Não é nenhum mistério reservado a poucos iniciados, mas exige obviamente treinamento adequado. Instalar o código de monitoramento do Google Analytics é uma coisa, compreender as informações que ele fornece é outra.

Conclusão

O comércio eletrônico não é nenhum "bicho de sete cabeças", mas também não é tão simples quanto tentam as vezes passar. As oportunidades para os empreendedores sérios realmente existem no e-commerce, mas a capacitação e conhecimento do cenário empresarial em que se está ingressando, é fator determinante para qualquer negócio na Internet, principalmente os de sucesso.
Mas, se mesmo depois de tudo isso você acha que é possível montar uma loja virtual grátis, ou sem gastar nehum diheiro… Boa sorte.
Fala-se muito sobre ROI nas mídias sociais e em tempos de investimentos controlados até o último centavo, parece que os princípios básicos da religião foram esquecidos

Será que eu li mesmo, religião?! Qual a semelhança disso com mídias sociais e ROI?

Se observarmos bem, talvez as diversas religiões que angariam seguidores nos seus mais distintos credos, sejam as que mais entendem sobre como engajar seus seguidores e torná-los advogados de sua “marca”.

Criar uma causa parece ter sido sempre a estratégia, para que se possa concentrar um grande número de pessoas ao redor de algo ou alguém.

Veja, este texto não trata de religiões ou suas crenças, mas sobre como suas “causas” impactam os seguidores e estes impactam as causas.

Mais importante do que o retorno financeiro imediato fica claro que o engajamento, gera relacionamentos de longo prazo e faz com que as pessoas se tornem defensores de determinado conceito. Estes defensores, sempre tentam “vender” os conceitos nos quais acreditam para outras pessoas.

O gráfico abaixo mostra quais são os principais pontos de valor considerados por profissionais de marketing, que vão além do valor financeiro imediato gerado.



Quando alguém decide seguir sua marca, indica claramente que se identifica com sua “causa” e portanto, o valor deste seguidor passa a ser muito maior do que o valor financeiro imediato.

Ao contrário do que se possa imaginar, o ROI nas mídias sociais não está somente conectado as vendas imediatas geradas, pois a única forma de medir este retorno seria ter vendas diretas conectadas a presença neste ambiente.

Marketers ao redor do mundo já parecem ter entendido que investir nestes meios, pode ser uma ótima fonte de pesquisa e comunicação direta com os “advogados” da marca. Mesmo assim, este formado de medição mais leve, ainda gera insegurança por não estar tão alinhado a métricas de negócios.

Segundo pesquisa, apenas 1/3 dos marketers estão preocupados com ROI nas mídias sociais.

A certeza que fica é que o valor gerado para o cliente é o que deve ser levado em conta, na presença nas mídias sociais.

Este valor irá certamente aumentar a lealdade a sua “causa”, o que irá contribuir para o seu “dízimo”.

A presença nas mídias sociais é acessível para empresas de todos os tamanhos e diferentes áreas de atuação. É uma oportunidade única de dialogar com seus clientes interessados de fato em sua “causa”, ou seja conteúdo.




Créditos: Marcelo Fernandes  @madra2010
texto do blog INCorporativa : http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=6195
Nesta Terça-feira e Sete anos depois, o Orkut está de cara nova a partir dessa terça-feira. Fique calmo, pois não se trata de mais um redesign do site.(ufaaaa) Muito pelo contrário, o layout continua o mesmo, o que mudou foi a marca da rede social, que continua sendo líder aqui no Brasil (e lá vem o Facebook na corrida pelo primeiro lugar).
De acordo com a equipe de marketing do Orkut, verificou-se a necessidade de modernizar a marca da rede social. Pela imagem abaixo, parece razoável dizer que o objetivo da empresa foi conseguido, visto que a marca mais atual — com mudanças principalmente no “k” — aparenta estar mais adequada à internet dos dias de hoje.
Sem poupar elogios, o Google diz que a logomarca ficou “mais encorpada”, mais “ousada” e mais “madura”. Você concorda com isso ou preferia a versão anterior da marca?
Quando falamos de mídias sociais a primeira coisa que vem a cabeça é a interatividade com potenciais clientes, certo? Errado. Muitas empresas entram neste mundo visando lucro, apesar de ter um ótimo comportamento nestes meios, o que interessa mesmo é: “quantos clientes novos estou conseguindo?” e “quanto isto irá me fazer lucrar?”.

Existem vários blogs falando sobre ROI em mídias sociais, cada um dizendo uma coisa diferente. Alguns dizem que é possível, outros dizem que não é possível, alguns dizem que demora para obter um ROI positivo, entre outras opiniões.

Encontramos um vídeo que vai te surpreender, fazer você refletir e ajudar a encontrar suas respostas sobre ROI em mídias sociais.

LiveZilla Live Chat Software

Conecte-se a Digoo Web

Recommend us on Google!

Popular Posts

  • GRAMADO AO VIVO
  • Atualização do WhatsApp deve permitir rastreamento de localização
  • Vem ai novo tributo sobre Netflix.
  • Empresa japonesa oferece internet de 2 Gbps por US$ 51
  • Hacker diz ter ajudado FBI a atacar governo brasileiro

Recent Posts

  • Comments
  • Tags
canela digoo gramado

Latest From

About Us

DigooWeb Gramado - Premium free blogger template developed by digooweb.com.br.

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Maecenas hendrerit iaculis nunc. Curabitur in eros ipsum. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas. Duis at mi justo, non suscipit elit. Nunc aliquam luctus adipiscing. Nullam sit amet lacus vitae odio congue mollis eu non magna. Duis sed arcu a libero adipiscing rhoncus. Aliquam erat volutpat. Suspendisse sed nunc metus, sed aliquet arcu.

Quick Links

Follow Us

Copyright 2013 Digoo Web News | Gramado. Todos os direitos reservados.

Criado por Digoo Web Gramado.