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Durante sua visita ao 10º Fórum de Software Livre na última sexta-feira (26), em Porto Alegre, o presidente Lula disse que a internet tomou o poder da imprensa tradicional.De acordo com informações da Agência Brasil, o presidente afirmou que não existem mais informações privilegiadas. “A informação já não é mais uma coisa seletiva, em que os detentores da informação podem dar golpe de Estado. A informação não é uma coisa privilegiada. O jornal da noite já está velho diante da internet”, disse.Para Lula, a humanidade vive um momento revolucionário. "A imprensa já não tem mais o poder que tinha alguns anos atrás”, completou.No evento, também foi apresentado o formato do blog do presidente que irá estrear em julho. A ferramenta tem o objetivo de facilitar a comunicação com o público jovem, acostumado com utilização da web. Atualizado por uma equipe de cinco profissionais, o blog terá conteúdos sobre atos e decisões do governo em linguagem informal.
Censura na webAssistido por manifestantes que traziam cartazes pedindo que a Lei Azeredo não fosse sancionada, Lula discursou e disse que o projeto tem como objetivo fazer censura na internet. "O que precisamos é responsabilizar, mas não proibir, condenar. Não é possível uma lei que permita que entrem na casa das pessoas e sequestrem seus computadores", disse.Segundo Lula, no seu governo é 'proibido proibir'."O que fazemos é discutir e fortalecer a democracia", declarou.O presidente ainda brincou dizendo que seu governo era "analfabeto" em relação à informática, mas que agora os netos se tornaram mais sábios do que os avós. Além disso, ele ainda ironizou a existência dos sites que pedem "morte ao Lula". Para Lula isso não é problema, uma vez que muitas pessoas querem a sua vida.


Redação Adnews














Se você é Novo na Rede, vive em uma caverna ou como eu, vive em uma sala (iluminado apenas pela tela do computador) desenvolvendo projetos web (traduzindo: perdido em meio a códigos e mais códigos) provavelmente não deve ter ouvido falar do tal do Bing não é mesmo?
Pois é! Eu até já tinha ouvido falar, mas só no último final de semana tive tempo de fazer alguns testes mais "sérios" e trago boas novas amigos, quer dizer, nem tão boas e nem tão novas assim, mas…
Bom, quanto a pergunta do título (será o fim do
Google?) a resposta é uma só: não! (ainda)
Para começo de conversa nem pense em perder seu tempo com a versão do Bing em português (horrível e de uma relevância comparável ao meu conhecimento sobre
fusão nuclear, ou seja, nulo ;)). Já a versão "original do Bing", de acordo com algumas opiniões que pude acompanhar mais os testes que fiz, é um pouco melhor, mas ainda está em sua versão beta, então tem muito que evoluir.
Ok, agora para você não me chamar de nojento, vamos falar de alguns pontos positivos do Bing (
em inglês é claro) que são realmente positivos:
Sem dúvida o resultado das pesquisas impressiona pela exatidão. Claro o Google manda muito bem quanto a esse assunto, mas no Bing eles conseguiram fazer algo realmente prático e funcional, sem deixar de ser atraente. Vamos ver um exemplo?
Pesquisei o mesmo termo, tanto no Google, quanto no Bing (em inglês) e nas fotos você pode ver uma comparação dos resultados (no caso, o termo pesquisado foi o nome da banda Metallica):


Como podemos ver, além da organização que é visivelmente melhor no Bing, temos também uma maior quantidade de informação, o que é fantástico em matéria de tempo economizado, visto que falamos de
informação de qualidade.
O que mais me chamou atenção no Bing foram as opções apresentadas na coluna da esquerda, onde entre outras coisas podemos encontrar
sugestões de buscas relacionadas com canais para imagens, som, vídeo, mapas, notícias… simplesmente fantástico! (é, eu sei que o Google também tem, mas você já usou?)
Tirando o resultado da pesquisa de imagens, que na minha opinião não é nem um pouco prático (nunca gostei do estilo), o resto realmente, se não supera, consegue se igualar ao Google.
Bom, como eu disse, ainda é uma versão beta e que pode e deve ser melhorada e muito, mas não pode ser menosprezada. Gostei, realmente gostei da organização e da forma como os resultados são apresentados e as opções de pesquisas relacionadas me conquistaram. Só não digo que vou passar a usar o Bing direto porque ainda preciso de resultados em português (ainda ;)).
Uma coisa é certa, o Bing tem tudo para se tornar uma ferramenta muito popular. Agora, se vai passar o
Google ou não, só o tempo dirá, mas que veio para ficar e para brigar, disso eu não tenho dúvida!
E aí, já experimentou o
Bing?
Por:
Tico Esteves
Diego Bencke ( Propague Gramado )






Assim como os demais setores, quem trabalha com mídia digital também se deparou com o questionamento sobre como a crise impactaria o setor. É o que afirma o diretor da recém-formada Associação Brasileira de Agências Digitais (ABRADi), Paulo Henrique Ferreira. Segundo ele, que também é diretor da associação paranaense do setor (APRADi), a procura pela divulgação e venda de produtos pela internet tem aumentado nos últimos meses.Os investimentos vão desde a criação de newsletters (informativos disparados por e-mail), uso de sites de relacionamento para interagir com os públicos de interesses até a atualização de sites já existentes visando o melhor posicionamento nos resultados de mecanismos de busca. O principal deles, como todo mundo já sabe, é o Google (com 94,8% de market share).De acordo com o diretor da ABRADi, os empresários estão cada vez mais atentos ao fato de que a maioria de seus clientes procura um serviço através de mecanismos como esse. No entanto, poucos sabem que existem vários critérios para se posicionar um site nos primeiros resultados. Entre eles, a forma de apresentação do conteúdo, seleção de palavras-chave adequadas e a qualidade técnica na produção, são características cruciais para se alcançar posições de destaque nos sites de busca. Paulo Henrique Ferreira esclarece que, quando um site é elaborado de acordo com padrões internacionais de Internet, ele é melhor posicionado.Além disso, sites como o Google, também selecionam páginas que citam o serviço ou o produto de forma concisa e clara. “Quem investe na qualidade do projeto e nas informações do site, ganha uma melhor colocação nos mecanismos de busca, a consequência natural é o grande aumento das transações através da internet”, afirma o diretor da entidade.
Esses procedimentos fazem parte do trabalho chamado de
Search Engine Optimization (SEO), em inglês, ou Otimização para Sites de Busca. É o formato mais democrático e "barato" de publicidade disponível hoje na internet ou fora dela.
Outra forma de captar clientes através dos sites de busca é com a utilização de anúncios através de links patrocinados, que podem custar a partir de R$ 0,05 o clique. Mas, como os links patrocinados funcionam em forma de leilão, onde o anunciante que pagar mais aparece na frente, uma campanha pode ter um custo por clique facilmente em torno de R$ 1,00 a R$ 2,00 ou mais.
“Tendo seu anúncio exibido no topo dos sites de busca, a chance de retorno também aumenta”, analisa Paulo Henrique Ferreira.
Fonte:Paranashop

No Brasil, a penetração do comércio eletrônico ainda é maior nas classes A e B. Mas, em números absolutos, 51% dos que fazem compras pela internet pertencem as classes C, D e E. Conversei essa semana com o Renato Meirelles, sócio diretor do instituto Datapopular, e ele me disse que essa proporção tende a aumentar na medida em que os brasileiros de baixa renda se acostumem com esse novo canal. Ele acredita que, mesmo que nenhum brasileiro de classe C compre um computador com acesso a internet nem adquira um cartao de crédito no próximo ano, ainda assim haveria mais 3 milhões de web shoppers, apenas no estado de São Paulo, no prazo de um ano, em função do aumento da familiaridade dessas pessoas com o ecommerce. Porém, as perspectivas são de crescimento da base de computadores nos lares brasileiros de classe média e baixa renda. Afinal, eles são considerados instrumentos essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional pelas camadas populares. Ao mesmo tempo, em nosso país, nada menos que 68% dos cartões de crédito e 72% dos cartões de lojas estão nas maos das classes C, D e E. Isso significa que a explosão da internet como canal de compras no Brasil é uma questão de tempo, certo? Nao necessariamente. O avanço do e-commerce ainda esbarra em alguns obstáculos. A falta de hábito e a incapacidade de assumir riscos ampliam a insegurança que o brasileiro de menor poder aquisitivo sente em relação às compras na rede. A pesquisa do Datapopular mostrou que 61% dos internautas de baixa renda costumam conferir os produtos em lojas físicas antes de fechar a transaçao pela internet - na classe A esse percentual cai para 35%. Esses compradores têm medo de errar a compra e ainda não encontraram varejistas virtuais capazes de oferecer as garantias que eles precisam para se soltar de vez no mundo das compras online.
Fonte:Blue Bus

O acesso a web não para de crescer no Brasil e já soma 50 milhões de internautas. A pesquisa realizada pelo CETIC.br - Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação, ligado ao Comitê Gestor de Internet no País, demonstra que 38% dos brasileiros acessaram a Internet (nos últimos três meses, no fechamento da pesquisa), sendo que em 2005 este percentual de usuários era de 24%. Das ferramentas, o e-mail ainda é a mais usual, com 77% de usuários nacionais, sendo que no Sul, este número cresce para 81%. O e-mail é justamente uma das ferramentas que mais chamam a atenção quanto o tema é relacionamento profissional, com o uso de e-mail marketing. Para nós da Propague Mídia Integrada, empresa que atua em soluções web, o e-mail é uma poderosa ferramenta de comunicação que precisa de um bom sistema de gestão para garantir retorno às empresas. Ações por parte dos usuários como ‘não recebi o informativo’ ou ‘porque me descadastrei e ainda recebo e-mails de vocês?’.

Os jovens não leem mais jornais tradicionais, diz Murdoch

Depois de dizer que o jornal atingiria novos patamares no século XXI durante uma palestra no final de 2008, Rupert Murdoch parece estar começando a mudar de ideia. Em uma entrevista para a Fox Business Network, nesta segunda-feira (08), o empresário disse que os jovens estão deixando de ler os periódicos tradicionais. "Não há dúvida de que os jovens não estão mais lendo os jornais tradicionais", avaliou. "Eu posso ver o dia, talvez 20 anos de distância, onde, na verdade, não haverá papel, tinta e impressoras. Acho que vai demorar um bom tempo e eu acho que é uma coisa de gerações o que está acontecendo", afirmou.Segundo destacou o Media Guardian, o dono do Wall Street Journal e do The Times também disse que a comunicação está mudando e a era digital está mudando os jornais. "As comunicações estão mudando totalmente e nós estamos entrando na era digital, o que irá modificar os jornais. Mas, se você tem um jornal com um grande nome e uma boa reputação e você acredita nisso, as pessoas naquela comunidade precisão ter acesso à sua fonte de notícias", completou.
Fonte: Redação AdNews 10/06/2009
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